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História dos bairros: Barra da Tijuca

Bairro nobre na zona oeste carioca e um dos que mais cresceram no Rio de Janeiro, falaremos, no post de hoje, sobre a Barra da Tijuca. Sua história, construções e até opções de passeios que podem ser feitos, atualmente. Se interessou?! Continue lendo e saiba tudo!

A Barra da Tijuca, mais conhecida como Barra, faz parte da Região Administrativa da Barra da Tijuca, que inclui, além dela, outros bairros, como, por exemplo, São Conrado, Joá, Jacarepaguá e Recreio dos Bandeirantes. É considerada, nos dias de hoje, um importante centro de entretenimento, além de gastronômico.

Sendo um dos poucos bairros da Cidade Maravilhosa a serem planejados, possui, por conta disso, ruas largas (como em Brasília), tendo crescido muito nos últimos tempos. Na década de 60, quase não era habitado, passando para quase 25 mil moradores na década de 80 e atingindo, em 2010, a marca de mais de 135 mil – a estimativa é que a população dobre até 2020.

Abrigando a maior parte da classe alta do Rio de Janeiro, a Barra tem alto IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), ou seja, ótima qualidade de vida e com economia crescente. Acomoda sedes de empresas de informática, comunicação, agências de publicidade e várias multinacionais.

Além disso, dispõe de shopping centers, alguns altamente segmentados para o público com maior poder aquisitivo. Tem a Avenida das Américas como a principal via, além de outras importantes, como a Avenida Ayrton Senna e Avenida Lúcio Costa. Atualmente, também possui ligação de metrô com o restante da cidade.

Possui diversos condomínios e casas de luxo, que contam com espaços de lazer mais do que completos – tendo, muitas vezes, suas próprias escolas e igrejas, por exemplo, além de mini-shoppings. Por todas essas facilidades, possui o metro quadrado variando entre R$ 9.200,00 e R$ 10.200,00.

Dentre os lugares que podem ser visitados na região (além dos centros comerciais), estão alguns pouco conhecidos. As praias são muitas, mas existem, também, opções culturais, igrejas e parques. Vejamos alguns destinos a seguir:

  • Praia do Pepê: na Praia da Barra, entre o quebra mar e o posto 2. Muito frequentado por jovens e famosos, o local também é de prática de windsurf, surf, kitesurf e bodyboard.
  • Prainha: protegida por morros cobertos pela Mata Atlântica, tem 700 metros de extensão e é muito frequentada por surfistas. Tem um pôr do sol famoso, considerado um espetáculo à parte.
  • Praia de Grumari: com clima familiar e cerca de 2,5 quilômetros de extensão, está localizada numa área de proteção ambiental. Para acessá-la, deve-se pegar a Estrada de Guaratiba (final do Recreio), sendo apenas permitidos veículos de passeio.
  • Praia do Perigoso e do Meio: acesso de barco ou trilhas. Uma delas segue pela praia de Guaratiba, demorando cerca de uma hora até a do Perigoso, sendo considerada leve. A partir dela, pode-se caminhar mais 45 minutos, até chegar à praia do Meio, que, assim como a última, possui águas límpidas.
  • Praias Funda e Inferno: da praia do Meio, fazendo uma caminhada que exige preparo físico, chega-se a essas duas praias, que são as mais desertas (pelo difícil acesso). Além delas, as do Perigoso e do Meio são consideradas praias selvagens, e não possuem muita estrutura.
  • Casa do Pontal: localizada no Recreio, tendo mais de 5 mil obras de 200 artistas, sendo considerada o mais significativo museu de arte popular do Brasil. Sua exposição permanente reúne obras de diversas culturas rurais e urbanas do país.
  • Fundação Cidade das Artes: localizado no Trevo das Palmeiras (na Av. das Américas), o complexo cultural tem espetáculos de dança, música, canto, teatro, cinema e exposições de artes plásticas. Abriga 2 salas de espetáculos e 21 espaços multiuso, com galeria de arte, salas de ensaio, lojas, cafeteria e restaurante.
  • Bosque da Barra: o parque, também localizado na Av. das Américas, tem 550 mil metros quadrados de área, sendo muito frequentado para caminhadas, passeios de bicicletas, corridas e piqueniques.
  • Feira da Praça do Ó: nas proximidades do Posto 3 (na Av. Lúcio Costa), a variada feirinha acontece todo domingo, reunindo barracas de artesanato e culinária (os pastéis e tapiocas fazem sucesso!). Nos outros dias, é palco de shows e outros eventos.
  • Paróquia Nossa Senhora do Loreto: construída em 1664, já esteve em ruínas, tendo sido reerguida no século XVIII, no estilo barroco. É, desde 1970, considerada Santuário Nacional. Localiza-se na Freguesia.
  • Igreja Nossa Senhora de Mont-Serrat: localizada em Vargem Pequena, foi erguida no alto de uma pequena ladeira, em 1766, por padres beneditinos. Assim como a paróquia anterior, é tombada pelo Inepac (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural).

Bom, depois de todas essas informações e lugares incríveis, aposto que você ficou com vontade de fazer um passeio pela Barra da Tijuca, não é verdade?! Como as opções são muitas, são necessários vários dias, mas que tal começar a explorar esses locais? Aproveite!