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Bandeira vermelha entra em vigor nesta sexta (1º) e contas de luz ficam mais caras

Em novembro a tarifa entra na bandeira vermelha patamar um. A seca reduziu os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas.

A partir desta sexta (1º), entra em vigor a bandeira tarifária vermelha patamar um. E com ela, um custo extra nas contas de luz dos brasileiros.

O período historicamente chuvoso voltou, mas a mudança na tarifa de energia está ligada a previsão de chuvas abaixo da média e a seca dos meses anteriores.

“A gente precisa de três meses de chuva boa pra gente conseguir uma redução de preço da energia elétrica”, diz Giordano Matos, gerente de tarifas da Cemig.

Em novembro, a tarifa entra na bandeira vermelha patamar um. A seca reduziu os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas.

Na região Sul, o nível médio está em 39%. No Nordeste, 38%. O Norte está com pouco mais de 30%. No Centro-Oeste e no Sudeste, a situação é mais crítica: pouco mais de 22%.

Nesta situação, as usinas hidrelétricas não podem operar na capacidade máxima para não haver risco de desabastecimento de água. O Operador Nacional do Sistema precisa acionar as usinas termelétricas, que têm um custo de geração mais elevado. As bandeiras tarifárias foram criadas em 2015 para dividir esse custo a mais entre todos os consumidores.

A mudança da bandeira custa R$ 4,16 para cada 100kWh de consumo. A Dona Marli mora numa típica casa de vó: muito espaço para receber os netos, e eles vêm mesmo. Todo fim de semana. Em uma foto tem 20 pessoas, e ainda está faltando gente. Os adultos se revezam na fiscalização das crianças.

A última conta de luz custou R$ 392. Se não houver nenhuma mudança no consumo, com a nova bandeira, a próxima deve passar de R$ 400.

“São R$ 0,041 por cada unidade de energia, que é o kWh, então se ela consome vezes 258 unidades de energia ela teria adicional de R$ 10,57.

Para compensar, aqui só se passa roupa depois de acumular bastante. A temperatura do chuveiro já mudou do inverno pro verão. e não é só por economia, não. É por educação também.

Via Jornal Nacional